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TakePapper: como a experiência da Oriental Comex apoiou a primeira importação de uma marca sustentável

Nascida em Curitiba, a TakePapper entrou no mercado brasileiro com uma proposta clara: substituir descartáveis plásticos por versões biodegradáveis produzidas em papel e materiais como o bagaço de cana-de-açúcar.

Oriental Comex - Take Papper
Foto: Take Papper

Transformar essa proposta em produtos disponíveis no Brasil, porém, exigia enfrentar um desafio importante: realizar uma primeira importação sem experiência anterior, envolvendo fornecedores na China, produção, auditorias, logística internacional e, principalmente, o receio de comprometer o capital investido.

Foi nesse contexto que a experiência que hoje integra a Oriental Comex participou da operação. Embora a Oriental Comex ainda não estivesse oficialmente no ar, sua atuação já acontecia na prática, orientando o empreendedor em decisões importantes ao longo da importação.

Da decisão de importar à escolha do fornecedor

O primeiro passo foi avaliar se o volume pretendido justificava uma importação e poderia tornar os produtos competitivos no Brasil. Foram considerados fatores como volume, custos, logística e qualidade.

Com a decisão tomada, iniciou-se a busca por fornecedores na China. Amostras foram recebidas e diferentes alternativas comparadas considerando localização, custo logístico, qualidade e preço.

A orientação ajudou a evitar que a escolha fosse baseada exclusivamente no menor preço.

Auditorias para reduzir riscos

Com o fornecedor pré-selecionado, foi recomendada uma auditoria da fábrica para verificar sua existência, condições apresentadas e certificações relacionadas à produção.

Esse cuidado era especialmente relevante porque grande parte da negociação havia ocorrido à distância, inclusive pelo WhatsApp. Para um empreendedor em sua primeira importação, a auditoria ajudava a reduzir a incerteza antes de avançar com o investimento.

Após a aprovação do fornecedor e a formalização das condições na Proforma Invoice, a produção levou aproximadamente 30 dias.

Antes do embarque, também foram realizadas verificações dos produtos e do estufamento do contêiner. Como os itens eram sensíveis à umidade, conferir a carga antes do despacho era uma etapa importante.

Durante o estufamento, foi orientada ainda a retirada dos paletes para aproveitar melhor o espaço disponível. Com maior volume transportado no mesmo contêiner, o custo do frete marítimo poderia ser melhor diluído por unidade.

Foto: Take Papper

Logística e chegada ao Brasil

Como o fabricante estava localizado em Hefei, foi avaliada a utilização do porto local, com posterior encaminhamento para Xangai, considerando também questões relacionadas às janelas de embarque e à disponibilidade de booking.

A carga seguiu posteriormente para o porto de Itajaí, em Santa Catarina.

Paralelamente, houve atenção à organização da documentação necessária à importação, incluindo Commercial Invoice, Packing List, Bill of Lading (B/L), certificações dos produtos e demais documentos aplicáveis à operação.

Experiência aplicada antes mesmo do lançamento

O case da TakePapper ajuda a explicar a própria origem da Oriental Comex.

Antes mesmo de estar oficialmente apresentada ao mercado, o conhecimento que posteriormente passaria a integrar a Oriental Comex já era aplicado em uma operação real, orientando a primeira importação de um empreendedor que precisava tomar decisões envolvendo fornecedores, qualidade, logística e capital.

Da busca pelo fornecedor às auditorias e da produção ao embarque, a experiência esteve presente principalmente nos momentos em que uma decisão poderia representar mais segurança, menor risco ou maior eficiência para a operação.

É dessa experiência prática que nasce parte da proposta da Oriental Comex: transformar conhecimento em comércio internacional em inteligência para decisões mais conscientes e seguras.

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